Lugares a que parece sempre pertencemos paisagens em delírio que colhem dentro de nós a raiz de uma súbita ribeira na sua margem sentados a comer figos a molhar os pés depois regressamos descalços pelo asfalto a uma cidade que esquecemos e reconstruímos a partir da explicação dos pássaros à sombra do exílio de um salgueiro.
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